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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Garrafa PET - Além da Reciclagem...

SEGUE ABAIXO FOTOS DE UMA CASA CONSTRUÍDA COM CIMENTO E TIJOLOS GARRAFA PET (Politereftalato de etileno)

Para mais detalhes: blogarrafapet.blogspot.com









sábado, 9 de abril de 2011

DA FORMAÇÃO EM MASSA AOS TIROTEIOS EM ESCOLAS E CINEMAS

Pequeno texto escrito por mim, após assistir um belo desabafo verbal e escrito, da professora Drª Maria Eliza Miranda, da FFLCH/USP.

DA FORMAÇÃO EM MASSA AOS TIROTEIOS EM ESCOLAS E CINEMAS
Vejo a formação continuada do Estado como um projeto de formação rápida de mão de obra, voltada para uma economia crescente no Brasil (é só observar a quantidade de instituições de ensino técnico inauguradas nos últimos anos). É um modelo educacional que não tem formação cidadã. Esse modelo de formação em massa não atende às necessidades que a nossa sociedade dinâmica exige, esse modelo não dá aos nossos alunos formação social e moral. O atual modelo educacional e o ambiente em sala de aula prioriza apenas os alunos que aprendem, abandonando os demais. Mas existe um outro tipo/comportamento de aluno, é aquele que nunca é lembrado, trata-se do aluno quieto e que passa sem ser notado (aprendendo ou não). Formação em massa é ignorar as especificidades de cada educando, o que pode resultar em alunos reprimidos e ignorados (alunos invisíveis, mas que irão aparecer...).

Esse tipo de aluno, esquecido por todos, está muito mais vunerável a explodir sua violência interna mais tarde, atirando e matando em cinemas e escolas. Amigo, o sistema abandona...ele mata e forma para matar, através de suas políticas públicas de fundo de quintal e que abandona os necessitados. E ninguém se manifesta, enfim: somos todos culpados!

Exemplos do descaso, do abandono, da falta de políticas públicas eficientes!

Massacre em Columbine e o episódio do ônibus 174 (veja o trailer do filme)

Grêmio Estudantil - Orientações

Agora que os alunos foram orientados, formaram as chapas e entregaram os seus projetos à direção da escola, é torcer e aguardar. Em breve ocorrerá a eleição.
Que a melhor proposta seja escolhida; que os alunos através do diálogo bem articulado traga benefícios à escola e à comunidade; que participar do grêmio possibilite não somente aos integrantes, mas para todos alunos maior participação política e social; que o grêmio possibilite a formação cidadã e moral.


¹Apresentação feita com a partipação da professora Luciene (Biologia)
²Fontes: PUC - Rio Grande do Sul e DiaDiaEducação - Paraná

domingo, 29 de agosto de 2010

O professor

O professor deve se atualizar constantemente, sua formação deve ser continuada. É ele o principal responsável pela aprendizagem de seus alunos. Atualmente, um dos principais insucessos dentro do ambiente escolar é a formação inadequada de alguns profissionais e certo desinteresse dos alunos. Cabe ao professor estimular seus alunos e levá-los a aprender a aprender.
Devemos entrar em sala preparados e as nossas aulas devem ser em uma linguagem em que o aluno possa entender, nossas aulas devem ser interativas, faz-se necessário dominar as novas tecnologias e usá-las em conjunto e a favor do currículo. Desenvolver as habilidades e competências em nossos alunos permite a formação de cidadãos críticos e com autonomia de pensamento e criação.

Acho que faremos a diferença e contribuiremos muito para a qualidade do ensino em São Paulo a partido do momento em que incorporamos problemas cotidianos ao currículo e a interligação dos saberes, dessa forma nossa atuação em sala deixa de ser neutra, ela se colocaria cada vez mais ao combate da desinformação e na luta de uma sociedade com bases concretas.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Ensino e Democracia

O ensino que promove aprendizagens permite aos alunos adquirirem conhecimentos, além de transformar e criar novos mecanismos de busca ao saber. Ao receberem os conhecimentos plurais das disciplinas, os alunos passam a entender o funcionamento da sociedade e suas particularidades, permitindo assim exigir seus direitos e praticar seus deveres.

O ensino de qualidade fortifica a democracia, pois o poder da população, direta ou indiretamente, será conduzido ao objetivo comum, que favoreça a todos, sem exclusividade de um grupo privado.

Paulo Matiuzzi

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Trecho do livro: Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro - Edgar Morin

"A grande inimiga da compreensão é a falta de preocupação em ensiná-la. Na realidade, isto está se agravando, já que o individualismo ganha um espaço cada vez maior. Estamos vivendo numa sociedade individualista, que favorece o sentido de responsabilidade individual, que desenvolve o egocentrismo, o egoísmo e que,consequentemente, alimenta a auto-justificação e a rejeição ao próximo."

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Paulo Freire para todos


Preciosidades da obra do pedagogo libertário Paulo Freire estão desbloqueadas para impressão. São nove livros importantíssimos de um pensador brasileiro comprometido profundamente com as causas sociais e a educação brasileira. O material é inovador, criativo, original e tem importância histórica inédita.


terça-feira, 13 de maio de 2008

Da visita ao Museu da Língua Portuguesa à importância para a Geografia

Por Paulo Matiuzzi

O Museu da Língua Portuguesa está localizado no bairro da Luz, dentro do prédio centenário da Estação da Luz em São Paulo. A visita ao museu teve como objetivo o reconhecimento efetivo da língua portuguesa, sua origem, formas diversas e tomar consciência da nossa cultura através do conhecimento de nossa língua.

O museu possui de forma organizada um vasto conjunto de informações de nossa língua, que estão organizados da seguinte forma e ordem: a antiguidade da língua portuguesa, a universalidade, mestiçagem e a possibilidade que esta dá ao Brasil para a construção de mundos (através das artes). Ao longo do museu ocorre a exposição dos principias escritores brasileiros, tais como: Guimarães Rosa, Machado de Assis, Mário de Andrade, Manuel Bandeira, João Cabral de Mello Neto, entre outros. Além da literatura, é mostrado como a língua portuguesa estrutura nossa vida, através do jornal diário, dos grafites das ruas, dos outdoors e propagandas de televisão.

Há a exposição de matérias de época preservados, artigos de museu e vídeos. Este último dá um embelezamento ao local, pois os vídeos de diversas partes do Brasil são projetados nas paredes, cada um aliado de regionalismos e sonoridades, sotaques; sendo assim, permite uma viagem a diversas regiões do Brasil em poucas horas, com grande teor de informação e qualidade.

Enfim, a visita ao museu permitiu de forma geral conhecer um conjunto de informações de carácter histórico, social e cultural a cerca da língua portuguesa e suas várias possibilidade e dimensões. Tudo é organizado de maneira dinâmica e atrativa.

Para a Geografia, pode ser criado uma gama de atividades que partem do geral, como por exemplo, um trabalho interdisciplinar com professores de Letras e História. Tanto se pode abordar o lado literário como o lado histórico, representando o “linguajar” da língua portuguesa em dada época. Partindo para o específico, temos o poder da língua portuguesa, que desenhou os limites brasileiros (dimensões continentais). O Brasil manteve-se perfeitamente atrelado entre si devido à língua. Por exemplo: o brasileiro da região Sul entende perfeitamente o da região norte, apesar do regionalismo, o qual envolve realidades culturais amplas e diferentes.

Portanto, para a Geografia, pode-se usar a visita como um atrativo aos alunos, mostrando assim o papel da língua e sua importância para a Geografia e outras áreas. Percebe-se claramente a coesão e coerência da língua com as demais disciplinas. Logo, fica evidenciado a importância do local pela parte histórica e arquitetônica (o prédio da Estação da Luz), bem como pelo conteúdo informacional, cultural, social, e político que o Museu da Língua Portuguesa agrega aos seus visitantes.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa

A obra intitulada “Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa” trata do tema educação, esclarecendo acerca de saberes que são relativos à formação do educando e do educador. Paulo freire apóia e defende uma “Pedagogia que está fundada na ética, no respeito à dignidade e à própria autonomia do educando”, já no início do livro tem por meta uma postura de vigilância contra as práticas de desumanização e exige postura crítica frente à realidade constituída, a qual é delineada pela ética de mercado (pautada no estímulo ao individualismo e competitividade).
Nos primeiros capítulos do livro o autor defende a idéia de que ensinar não é apenas transmitir conhecimentos acumulados e sedimentados ao longo dos anos, e sim, ao ensinar, criar chances para que o educando possa produzir e construir seu conhecimento a partir das ferramentas fornecidas pelo educador. Estimula os educadores a reforçarem a capacidade crítica do educando, através da reflexão, pois sem esta ambos estarão fora da realidade. Ao mencionar que ensinar não é apenas transmitir conhecimentos é citado o “ensino bancário”, e que "esse tipo de ensino se caracteriza pela presença de um professor depositante e um aluno depositário da educação". De acordo com as idéias de Paulo Freire a educação não é neutra, e que resulta em liberdade ou dominação, caso de quem é educado.
Ao decorrer do livro (mais precisamente no segundo capítulo) o mestre Paulo Freire delineia e explora a busca continua pelo aperfeiçoamento das práticas educativas do educador, segundo ele, “é preciso ir mais além”. Afirma que o ser humano é inacabado e consciente desse fato sempre deve objetivar a busca do não comodismo. Deve haver esperança e otimismo com relação ao setor educacional.
Partindo do ponto de que é preciso ir mais além, os educadores (sejam críticos, progressistas ou conservadores) devem e necessitam de saberes comuns, independente de sua posição política. Os educadores precisam saber: a relação dosadora entre prática e teoria; a função em permitir seus alunos produzirem conhecimentos próprios e originais; a importância de que ao ensinar estamos igualmente apreendendo; que ensinar exige respeito ao saberes dos educandos; da liberdade de expressão do aluno e do professor, entre outros diversos e importantes saberes à prática educativa.
O autor da obra preconiza de forma eloqüente que toda teoria do professor deve ser coerente com suas práticas, bem como coesa. Ressalta a importância dessa postura e seu significado ao educando. Não adianta, por exemplo, o professor lecionar sobre a importância da coleta seletiva, se ele, na realidade, ignora e não colabora em seu lar na separação dos materiais. Já próximo ao final da obra, é citada a liberdade em sala de aula. Afirma o autor que o educando deve ser livre para se expressar e pensar, e o educador deve conduzir suas aulas no sentido de não inibir o descobrimento do aluno, o gosto pela curiosidade.
Sendo o educador um ser que goste de seu trabalho proporcionará ao seu aluno mais liberdade e permissão ao conhecimento. Ao mencionar que o educador tenha que gostar de seu trabalho, Paulo Freire, afirma que o educador deve estar ao lado de seus educandos, deve ter prazer em vê-lo descobrindo e aprendendo. É nesse sentido e ponto do livro que fala sobre a “vocação” do educador, que este apesar de ser remunerado de forma insatisfatória goza de seu trabalho e faz o possível para exercer sua profissão da melhor forma, atualizando-se, pensando e realizando melhorias no que pensa ser o correto. O educador deve levar ao educando de forma simples o conhecimento da realidade, o aproximando de sua realidade, dos objetos cognoscíveis.
O desfecho do livro entrelaça a necessidade de segurança do educador com relação ao seu conhecimento e autoridade. Segundo o autor, o educador deve demonstrar sua autoridade baseado em suas qualidades profissionais, a qual exigirá critérios como o comprometimento aos educandos. Para Freire, a pedagogia da autonomia deve ser conduzida no sentido de permitir ao aluno criar seu conhecimento, explorar novos caminhos e ter criticidade perante a realidade, sendo o educador primordialmente responsável pelo encaminhamento desses alunos nesse sentido. Assim o educador deve ter postura correta e apontar caminhos para que os alunos sigam em frente com sua forma de pensar e ação participativa na sociedade.