Para mais detalhes: blogarrafapet.blogspot.com
Tenho por finalidade expor alguns textos, figuras e vídeos que exibem a minha visão de mundo. E com isso levar ao leitor (visitante) uma breve reflexão do mundo e da realidade constituída em que vivemos. O Blog apresenta material destinado aos alunos para as aulas de Geografia, com textos e apresentações usadas em sala de aula. Aproveitem! Contato: paulotmo@hotmail.com
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Garrafa PET - Além da Reciclagem...
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sábado, 9 de abril de 2011
DA FORMAÇÃO EM MASSA AOS TIROTEIOS EM ESCOLAS E CINEMAS
DA FORMAÇÃO EM MASSA AOS TIROTEIOS EM ESCOLAS E CINEMAS
Vejo a formação continuada do Estado como um projeto de formação rápida de mão de obra, voltada para uma economia crescente no Brasil (é só observar a quantidade de instituições de ensino técnico inauguradas nos últimos anos). É um modelo educacional que não tem formação cidadã. Esse modelo de formação em massa não atende às necessidades que a nossa sociedade dinâmica exige, esse modelo não dá aos nossos alunos formação social e moral. O atual modelo educacional e o ambiente em sala de aula prioriza apenas os alunos que aprendem, abandonando os demais. Mas existe um outro tipo/comportamento de aluno, é aquele que nunca é lembrado, trata-se do aluno quieto e que passa sem ser notado (aprendendo ou não). Formação em massa é ignorar as especificidades de cada educando, o que pode resultar em alunos reprimidos e ignorados (alunos invisíveis, mas que irão aparecer...).
Esse tipo de aluno, esquecido por todos, está muito mais vunerável a explodir sua violência interna mais tarde, atirando e matando em cinemas e escolas. Amigo, o sistema abandona...ele mata e forma para matar, através de suas políticas públicas de fundo de quintal e que abandona os necessitados. E ninguém se manifesta, enfim: somos todos culpados!
Exemplos do descaso, do abandono, da falta de políticas públicas eficientes!
Massacre em Columbine e o episódio do ônibus 174 (veja o trailer do filme)
Grêmio Estudantil - Orientações
Que a melhor proposta seja escolhida; que os alunos através do diálogo bem articulado traga benefícios à escola e à comunidade; que participar do grêmio possibilite não somente aos integrantes, mas para todos alunos maior participação política e social; que o grêmio possibilite a formação cidadã e moral.
¹Apresentação feita com a partipação da professora Luciene (Biologia)
²Fontes: PUC - Rio Grande do Sul e DiaDiaEducação - Paraná
domingo, 29 de agosto de 2010
O professor
Devemos entrar em sala preparados e as nossas aulas devem ser em uma linguagem em que o aluno possa entender, nossas aulas devem ser interativas, faz-se necessário dominar as novas tecnologias e usá-las em conjunto e a favor do currículo. Desenvolver as habilidades e competências em nossos alunos permite a formação de cidadãos críticos e com autonomia de pensamento e criação.
Acho que faremos a diferença e contribuiremos muito para a qualidade do ensino em São Paulo a partido do momento em que incorporamos problemas cotidianos ao currículo e a interligação dos saberes, dessa forma nossa atuação em sala deixa de ser neutra, ela se colocaria cada vez mais ao combate da desinformação e na luta de uma sociedade com bases concretas.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Ensino e Democracia
O ensino de qualidade fortifica a democracia, pois o poder da população, direta ou indiretamente, será conduzido ao objetivo comum, que favoreça a todos, sem exclusividade de um grupo privado.
Paulo Matiuzzi
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Trecho do livro: Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro - Edgar Morin
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Paulo Freire para todos
terça-feira, 13 de maio de 2008
Da visita ao Museu da Língua Portuguesa à importância para a Geografia
O Museu da Língua Portuguesa está localizado no bairro da Luz, dentro do prédio centenário da Estação da Luz
O museu possui de forma organizada um vasto conjunto de informações de nossa língua, que estão organizados da seguinte forma e ordem: a antiguidade da língua portuguesa, a universalidade, mestiçagem e a possibilidade que esta dá ao Brasil para a construção de mundos (através das artes). Ao longo do museu ocorre a exposição dos principias escritores brasileiros, tais como: Guimarães Rosa, Machado de Assis, Mário de Andrade, Manuel Bandeira, João Cabral de Mello Neto, entre outros. Além da literatura, é mostrado como a língua portuguesa estrutura nossa vida, através do jornal diário, dos grafites das ruas, dos outdoors e propagandas de televisão.
Há a exposição de matérias de época preservados, artigos de museu e vídeos. Este último dá um embelezamento ao local, pois os vídeos de diversas partes do Brasil são projetados nas paredes, cada um aliado de regionalismos e sonoridades, sotaques; sendo assim, permite uma viagem a diversas regiões do Brasil em poucas horas, com grande teor de informação e qualidade.
Enfim, a visita ao museu permitiu de forma geral conhecer um conjunto de informações de carácter histórico, social e cultural a cerca da língua portuguesa e suas várias possibilidade e dimensões. Tudo é organizado de maneira dinâmica e atrativa.
Para a Geografia, pode ser criado uma gama de atividades que partem do geral, como por exemplo, um trabalho interdisciplinar com professores de Letras e História. Tanto se pode abordar o lado literário como o lado histórico, representando o “linguajar” da língua portuguesa em dada época. Partindo para o específico, temos o poder da língua portuguesa, que desenhou os limites brasileiros (dimensões continentais). O Brasil manteve-se perfeitamente atrelado entre si devido à língua. Por exemplo: o brasileiro da região Sul entende perfeitamente o da região norte, apesar do regionalismo, o qual envolve realidades culturais amplas e diferentes.
Portanto, para a Geografia, pode-se usar a visita como um atrativo aos alunos, mostrando assim o papel da língua e sua importância para a Geografia e outras áreas. Percebe-se claramente a coesão e coerência da língua com as demais disciplinas. Logo, fica evidenciado a importância do local pela parte histórica e arquitetônica (o prédio da Estação da Luz), bem como pelo conteúdo informacional, cultural, social, e político que o Museu da Língua Portuguesa agrega aos seus visitantes.
quarta-feira, 12 de março de 2008
Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa
Nos primeiros capítulos do livro o autor defende a idéia de que ensinar não é apenas transmitir conhecimentos acumulados e sedimentados ao longo dos anos, e sim, ao ensinar, criar chances para que o educando possa produzir e construir seu conhecimento a partir das ferramentas fornecidas pelo educador. Estimula os educadores a reforçarem a capacidade crítica do educando, através da reflexão, pois sem esta ambos estarão fora da realidade. Ao mencionar que ensinar não é apenas transmitir conhecimentos é citado o “ensino bancário”, e que "esse tipo de ensino se caracteriza pela presença de um professor depositante e um aluno depositário da educação". De acordo com as idéias de Paulo Freire a educação não é neutra, e que resulta em liberdade ou dominação, caso de quem é educado.
Ao decorrer do livro (mais precisamente no segundo capítulo) o mestre Paulo Freire delineia e explora a busca continua pelo aperfeiçoamento das práticas educativas do educador, segundo ele, “é preciso ir mais além”. Afirma que o ser humano é inacabado e consciente desse fato sempre deve objetivar a busca do não comodismo. Deve haver esperança e otimismo com relação ao setor educacional.
Partindo do ponto de que é preciso ir mais além, os educadores (sejam críticos, progressistas ou conservadores) devem e necessitam de saberes comuns, independente de sua posição política. Os educadores precisam saber: a relação dosadora entre prática e teoria; a função em permitir seus alunos produzirem conhecimentos próprios e originais; a importância de que ao ensinar estamos igualmente apreendendo; que ensinar exige respeito ao saberes dos educandos; da liberdade de expressão do aluno e do professor, entre outros diversos e importantes saberes à prática educativa.
O autor da obra preconiza de forma eloqüente que toda teoria do professor deve ser coerente com suas práticas, bem como coesa. Ressalta a importância dessa postura e seu significado ao educando. Não adianta, por exemplo, o professor lecionar sobre a importância da coleta seletiva, se ele, na realidade, ignora e não colabora em seu lar na separação dos materiais. Já próximo ao final da obra, é citada a liberdade em sala de aula. Afirma o autor que o educando deve ser livre para se expressar e pensar, e o educador deve conduzir suas aulas no sentido de não inibir o descobrimento do aluno, o gosto pela curiosidade.
Sendo o educador um ser que goste de seu trabalho proporcionará ao seu aluno mais liberdade e permissão ao conhecimento. Ao mencionar que o educador tenha que gostar de seu trabalho, Paulo Freire, afirma que o educador deve estar ao lado de seus educandos, deve ter prazer em vê-lo descobrindo e aprendendo. É nesse sentido e ponto do livro que fala sobre a “vocação” do educador, que este apesar de ser remunerado de forma insatisfatória goza de seu trabalho e faz o possível para exercer sua profissão da melhor forma, atualizando-se, pensando e realizando melhorias no que pensa ser o correto. O educador deve levar ao educando de forma simples o conhecimento da realidade, o aproximando de sua realidade, dos objetos cognoscíveis.
O desfecho do livro entrelaça a necessidade de segurança do educador com relação ao seu conhecimento e autoridade. Segundo o autor, o educador deve demonstrar sua autoridade baseado em suas qualidades profissionais, a qual exigirá critérios como o comprometimento aos educandos. Para Freire, a pedagogia da autonomia deve ser conduzida no sentido de permitir ao aluno criar seu conhecimento, explorar novos caminhos e ter criticidade perante a realidade, sendo o educador primordialmente responsável pelo encaminhamento desses alunos nesse sentido. Assim o educador deve ter postura correta e apontar caminhos para que os alunos sigam em frente com sua forma de pensar e ação participativa na sociedade.







